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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Você conhece o Resurfacing a laser?





Hoje, há uma variedade de opções quando se trata de rejuvenescimento da pele E, uma das mais recentes é o tratamento a laser, que reduz rugas faciais, cicatrizes e manchas. 

As mais recentes tecnologias a laser dão ao cirurgião plástico um novo nível de controle neste tipo de procedimento, permitindo extrema precisão, especialmente em áreas sensíveis. 

Como funciona? 


O cirurgião utiliza o laser para enviar feixes curtos e concentrados de luz à pele irregular. Este procedimento remove a pele danificada de uma maneira muito precisa. Esta abordagem permite que haja menos problemas com hipopigmentação ou clareamento da pele.

O feixe de laser usado em tratamento a laser remove a camada externa da pele, chamada de epiderme, e simultaneamente aquece a pele subjacente, chamada de derme. Esta ação estimula o crescimento de novas fibras de colágeno. À medida que a área tratada cicatriza, a nova pele que se forma será mais lisa e firme.



O Resurfacing melhora pequenas deficiências como:

- As linhas finas e rugas ao redor ou sob os olhos, testa e boca. 
- Cicatrizes de acne ou catapora
- Pele que não apresentou bons resultados após o facelift.
- Pele envelhecida ou danificada pelo sol
- Verrugas
-Marcas de nascença
- Rejuvenescimento facial
- Melhorar cicatrizes
- Estrias
- Alguns tipos de manchas de pele

Próxima sessão em junho, preços acessíveis! Venha fazer sua avaliação!

Um Abraço,

Dra. Ana Carolina Fonseca CRM 5278026-0

terça-feira, 1 de maio de 2012

Lipo Laser: A Tecnologia da laser lipólise

A laser lipólise já existe no mundo há muitos anos, mas não obteve muito público no Brasil provavelmente devido ao custo mais elevado que apresentava. Oferece uma recuperação mais rápida com um retorno mais rápido às atividades, menos dor e uma menor quantidade de equimoses após o procedimento.

Praticamente qualquer pessoa com boa saúde e que possua uma ou mais áreas de acúmulo de tecido adiposo que teimam em não responder bem à dieta e exercícios físicos, pode se candidatar à lipolaser. Vale lembrar que, como na lipoaspiração tradicional, não é um método de emagrecimento; necessitando que o paciente esteja pelo menos próximo do seu peso ideal.




Na lipoaspiração tradicional, dependendo da localização e do volume de gordura retirada, é possível ter como consequência flacidez de pele. O lipolaser oferece um efeito adicional de retração e melhora da qualidade da pele por estímulo da produção e contração do colágeno. Previne e trata alguns graus de flacidez além de poder ser utilizado no tratamento de celulite com resultados muito interessantes. Por isso, seu uso é considerado ideal para determinadas regiões como na face(ex: queixo duplo), pescoço, braços, parte interna da coxa, joelhos, culote, aquela gordurinha das costas que fica na altura do sutian, ginecomastia e praticamente qualquer área de pele frouxa e flácida. Não há necessidade de utilizá-lo na maioria das áreas corporais com pele mais grossa e com boa elasticidade.




A idéia é uma lipoaspiração menos agressiva que a tradicional, utilizando cânulas bem finas (1 a 3mm) inseridas por incisões mínimas. Há um menor trauma tecidual com menor lesão de outras estruturas. Na extremidade da cânula está posicionado o laser que possui efeito térmico “derretendo” as células de gordura e promovendo a coagulação dos vasos sanguíneos que são proporcionalmente menos lesados. O resultado é uma menor perda sanguínea e menor equimoses. O laser ao entrar com as células de gordura, leva a ruptura pelo calor emitido e produz um líquido viscoso, formado por gordura e detritos das células rotas.



A luminosidade do laser pode ser vista através da pele também auxilia ao cirurgião na localização da cânula, contribuindo para a segurança do procedimento. Por serem utilizadas incisões tão diminutas, na imensa maioria das vezes são desnecessários os pontos cutâneos para fechá-las.

Quando a região de intervenção é pequena, como o pescoço, flancos ou braços; pode nem haver necessidade de aspirar a gordura dissolvida pelo laser. Ela pode e é absorvida e eliminada pelo próprio organismo. Se a área tratada é mais extensa ou possui um panículo adiposo mais espesso, procede-se a aspiração do líquido resultante através de uma cânula com diâmetro menor que as usadas tradicionalmente. A anestesia pode ser local.

É necessário saber que gordura derretida não pode ser reaproveitada para enxertia como se poderia fazer em uma lipoaspiração tradicional. Continua sendo um procedimento cirúrgico com riscos e deve ser realizada por um profissional com treinamento adequado (Cirurgião Plástico Especialista com treinamento em lipolaser). Um superaquecimento, por exemplo, pode provocar graves danos ao tecido. É uma técnica mais cara e demorada que a lipoaspiração tradicional e o acréscimo de custo do aparelho.



Após cerca de 3 meses, pode ser até difícil encontrar os pontos de inserção do aparelho, ou indícios de que foi feita alguma lipoaspiração. A pele contrai com o tecido cicatricial que substitui a gordura derretida. Só que é impossível saber qual o grau de retração que sua pele vai ter. Alguns pacientes têm uma ótima retração enquanto outras têm apenas uma leve. Não há como predizer o grau de retração de sua pele já que as peles reagem diferentemente ao laser inclusive numa mesma pessoa.

O preço mais elevado é compensado por menos dor e volta ao trabalho mais cedo. O tempo maior (um a duas horas a mais) é amplamente compensado por duas ou três semanas a menos na recuperação. Se for necessário gordura para enxerto, ela pode ser retirada de outra área, da forma convencional.

Após a cirurgia, costuma-se recomendar repouso relativo dos movimentos. Nos dias seguintes, evitar uso de anti-inflamatórios e anti-agregantes plaquetários como aspirina ou qualquer substância que possa interferir na coagulação sanguínea. Além de evitar fumo dos dias subsequentes ao procedimento. Recomenda-se 10 a 15 sessões de drenagem linfática.

Cintas compressivas também são importantes no processo de recuperação. Elas estimulam a cicatrização e previnem mudanças indesejáveis nos tecidos afetados pelo procedimento. Ainda previnem equimoses e hematomas.

Existem dois aparelhos de laserlipólise no mercado atualmente: O Slim Lipo e o Smart Lipo. O último utiliza a tecnologia do Nd YAG, enquanto o Slim Lipo possui dois tipos de laser. O objetivo é o mesmo: quebra das células de gordura e retração cutânea por estímulo da produção de colágeno, reduzindo a flacidez. O que muda basicamente é o protocolo de utilização.

Contra-indicações: fumantes, portadores de doenças cardíacas, hepáticas e renais e ainda aquelas que fazem uso de medicamentos anticoagulantes.

Ele ainda pode ser utilizado no tratamento de hiperhidrose e osmohidrose axilar, além de lipomas e áreas de celulite.



Fonte de Imagens: Veja online, Jornal Correio Braziliense, Caras.

sábado, 27 de agosto de 2011

LIPO SEM CIRURGIA? A RADIOFREQUÊNCIA


Essa é a pergunta que não quer calar! Inúmeros equipamentos com inovação tecnológica estão procurando tratamentos alternativos à Cirurgia Plástica.

A radiofreqüência é uma forma de energia eletromagnética que produz aquecimento na camada da pele chamada derme profunda e no tecido subcutâneo, o tecido gorduroso. Realizado de forma controlada e profunda, sem atingir a camada mais superficial da pele, a epiderme.  È uma tecnologia totalmente diferente do laser ou luz intensa pulsada. O grau de aquecimento vai depender da resistência e da densidade do local utilizado. 

A energia fornecida pelo aparelho de radiofreqüência promove um aquecimento volumétrico controlado: causam oscilação das moléculas de água que transforma energia eletromagnética em energia térmica.
O objetivo é chegar a 40-42ºC na superfície e 50-60ºC na profundidade. O aquecimento promove a regeneração do colágeno, quebra de tecidos gordurosos e fibrosos, aumento da circulação e drenagem de fluidos. Há uma contração imediata do colágeno, e indução de formação de um colágeno mais firme ao longo do tempo. A pele fica visivelmente mais viçosa, com melhora do tônus, textura e do contorno. Para proteção da pele em relação ao calor produzido pela radiofreqüência, a maioria dos aparelhos possui um mecanismo de resfriamento geralmente localizado na ponteira (onde tem contato com a pele).



Pode ocorrer uma vermelhidão e inchaço na área tratada, que costumam resolver espontaneamente em muito pouco tempo. É completamente indolor, sendo sentido durante o tratamento, uma sensação de calor local. Depois do tratamento, a paciente poderá retornar às suas atividades normais, sem restrições pelo método.
Por isso é um método de tratamento clinico para a celulite, flacidez e gordura localizada. Enrijece a pele ao causar o remodelamento do colágeno. Com o movimento das moléculas e aquecimento, consegue romper as células de gordura. A melhora da celulite é alcançada pelos efeitos citados associados ao afrouxamento e até rompimento das traves fibrosas que causam a celulite.


Obviamente, o tratamento necessita de várias sessões variando a cada caso e o efeito é atingido de forma gradual. Porém, já se consegue algum efeito imediato que melhora a cada sessão.  O intervalo entre as sessões costuma ser de 15 dias, tempo necessário para recuperação necessária. O remodelamento do colágeno continua, como todo processo cicatricial, por muito mais tempo.


Pode ser usado por pacientes que relutam em fazer uma cirurgia plástica (como a lipoaspiração) e até para melhorar os efeitos alcançados pela cirurgia. Principalmente no que tange a flacidez e determinadas regiões com celulite, onde a lipoaspiração possui um resultado limitado. E ainda no tratamento de áreas de fibrose mais prolongadas que podem acontecer após uma lipoaspiração. 

O tratamento com radiofreqüência tem indicação não apenas na celulite, flacidez e gordura localizada com melhora por exemplo da flacidez de braços, parte interna das coxas, da pele abdominal além de firmar e modelar glúteos. Ele pode ser utilizado inclusive como adjuvante de tratamentos de rejuvenescimento facial, tratando a flacidez de face e pescoço, bem como as tão indesejáveis “papadas” e “bochechas de fofão”. Portanto é capaz de melhorar o contorno facial.
É possível conseguir em regiões de celulite grau baixo uma melhora de quase 100%, o que pode não ser conseguido em casos mais graves, apesar de uma melhora significativa.

As contra indicações ao seu uso são: utilização de marcapassos, presença de metais próximos à superfície cutânea tratada, gestação, doenças do tecido conjuntivo/tecido muscular e doenças cardíacas graves. Inexiste qualquer interferência da cor de pele  ou idade do paciente.

È importante frisar que não possui um resultado de uma cirurgia plástica, nem deve ser usado como método de emagrecimento. E nem substitui a necessidade de uma dieta equilibrada e a prática de exercícios físicos.  A radiofreqüência é mais um recurso tecnológico no tratamento clínico das patologias apresentadas. Além disso, é um procedimento a ser realizado por um médico habilitado. É um tratamento médico!

Existem diversos aparelhos inclusive divulgados pela mídia, que utilizam essa tecnologia. O aparelho de radiofrequência utilizado no Espaço Médico Integrado é o Accent XL.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O QUE É CARBOXITERAPIA?


A carboxiterapia consiste em uma técnica de aplicação de CO2 (gás carbônico - um gás exalado fisiologicamente na respiração) de altíssima pureza sob a pele, com resultados efetivos nos tratamentos de flacidez, celulite, estrias, calvície, rugas palpebrais e olheiras, necroses cutâneas, algumas cicatrizes inestéticas, estímulo cicatrização de feridas, etc. Há ainda descrições de seu uso no tratamento de arteriopatias, flebopatia, úlceras vasculares e psoríase.
O CO2 utilizado com objetivo medicinal é um gás inodoro não tóxico, não embólico e, portanto, se utilizado corretamente é isento de complicações. A carboxiterapia é um método antigo, já usado desde o início do século XX em lesões vasculares, com resultados mais que satisfatórios. Iniciou-se então a carboxiterapia em 1932 na estação termal de Royat na França, para o tratamento de arteriopatia obliterantes,
Diversos estudos demonstraram a melhora de parâmetros locais da circulação, elasticidade cutânea e redução da adiposidade localizada.
O gás carbônico é um gás atóxico, não embólico e presente no metabolismo tissular. Ele atua na microcirculação vascular do tecido conjuntivo, promovendo vasodilatação e aumento da drenagem veno-linfática.
O mecanismo de ação baseia-se em: (1) Vasodilatação arteriolar, pois o CO2 age diretamente sobre o músculo da parede do vaso, causado relaxamento e vasodilatação; (2) Neoangiogênese local; (3)Efeito Bohr, causando uma hiperoxigenação reativa à presença do CO2 local; (4)  Ativação de receptores por hiperdistensão do tecido celular subcutâneo e lipólise mecânica direta.

ESTRIAS
É onde vemos um dos melhores efeitos estéticos da carboxiterapia. Recomenda-se que as aplicações sejam a cada 15-21 dias, com efeito duradouro, pois estimula a “neocicatrização” da estria. Diminui de espessura e vai assemelhando à tonalidade corporal. A aplicação é feita no trajeto da estria, com baixo fluxo.


FLACIDEZ
Há uma melhora da elasticidade cutânea por aumento e melhora da distribuição do colágeno. Tal constatação está relacionada à melhora da perfusão cutânea. Há que se lembrar que a produção de colágeno se dá em 30-40 dias, por isso o resultado não é imediato. A aplicação é um pouco mais profunda que na estria, apesar de ainda superficial, no trajeto da retração cutânea desejada.

CELULITE (PEFE)
A celulite está relacionada a um aumento da viscosidade do interstício e dificuldade de trocas entre o microcírculo vascular e o adipócito. A injeção local de CO2 leva à melhora das vascularização, incrementa o metabolismo celular predispodondo à lipólise e ainda pode “afrouxar e até romper” mecanicamente as traves fibrosas responsável pelo efeito casca de laranja. Por isso a aplicação é profunda e com fluxo maior. Necessita de uma freqüência de aplicações de cerca de 2 vezes por semana.


GORDURA LOCALIZADA
A ação se dá através da quebra mecânica e aumento do metabilismo local. Necessita de uma freqüência de aplicações de pelo menos 2 vezes por semana. O nível de aplicação é mais profundo, bem a nível de subcutâneo, com um fluxo e volume maiores.

OLHEIRAS
Atua diretamente na vascularização local, melhorando-a. Ainda, estimula a retração cutânea. É eficaz também como adjuvante no tratamento de finas rugas superficiais perioculares. O protocolo de uso é de 1 vez ao mês. Se feito com uma freqüência maior, pode ser lesivo, aumentando a flacidez local.

Devido a todos os mecanismos e efeitos já citados, a carboxiterapia tem sido cada vez mais freqüentemente aplicada. Há relatos inclusive de regressão de áreas de necrose cutânea pós cirurgia plástica em face e abdome, quando utilizadas precocemente. E ainda, adjuvante quando usada em associação a outros métodos como ultrassom superficial e lipoaspiração.

Por se tratar de tipo de gás já produzido no próprio organismo, não há relato de reações alérgicas. As contra-indicações são por alterações de coagulação ou intolerância pessoal, como o medo de agulhas. A sensação experimentada durante a aplicação bem feita é a de calor e/ou leve ardor local ou dependendo do caso, o descolamento. Pode ser sentido prurido enfisema subcutâneo (descrito por algumas pacientes como “flofe”) no local da aplicação. Pode também ser visto um eritema (vermelhidão) próximo à região tratada. Todos transitórios e que são um reflexo da ação ao melhorar a vascularização, drenagem venolinfática e estimular a cicatrização. Inexiste qualquer restrição após o tratamento.



Como existem diversas variáveis como o local, profundidade, fluxo e volume aplicados; de acordo com o objetivo do tratamento, é necessário que se procure um profissional experiente e com excelente formação para fazê-lo. Deve-se ter cuidado, pois existem muitas ofertas com pouco conhecimento da amplitude do assunto.


A carboxiterapia é um procedimento médico.